O filme é uma raridade. Com um enredo um tanto mórbido, conta a história de um casal, Maria (Odete Lara) e seu marido, Marcelo (Mário Benvenutti), com dificuldades financeiras que resolvem dar um golpe numa empresa seguradora.
Marcelo mata um mendigo (Flávio Portho), e este é enterrado em seu lugar para que a esposa fique com o seguro.
Ao receber o dinheiro, Maria mata o verdadeiro marido, que já estaria morto, e foge com seu amante, Carlos (Carlo Mossy), um rapaz bem jovem, com que pensa ter descoberto o caminho da realização.
Porém, Carlos é homossexual e na verdade gosta de outro homem. Carlos, por sua vez, procura uma terceira vítima para continuar a mecânica do golpe infalível. O cadáver para a morte civil de Maria é encontrado em Regina (Amíris Veronese), uma mulher solitária às portas do suicídio.
O jogo de viver morrer prosseguirá, em seu ciclo imprevisível, envolvendo uma personagem misteriosa e maquiavélica, que surge ao redor de todas essas vidas como um anjo do extermínio.
Além dos citados acima, o elenco é formado ainda por Alberico Bruno, Dieter Burgel, Yara Cortes, Elza Cleonice, Edu da Gaita, Jorge Dória, Sônia Clara (Estela), Myriam Pérsia, Paulo Padilha, Labanca, Angelito Mello e Ambrósio Fregolente.
Direção de Jorge Ileli.
Produção da Cinesul e Entrefilmes.
Distribuído pela Metro-Goldwyn-Mayer (MGM) do Brasil.
Não existe em nenhum streaming.
Curiosidades:
Em alguns locais o ano do filme aparece como 1969, e em outros como 1972.
O filme seria cópia do norte-americano "Pacto de Sangue" (1944) de Billy Wilder.
Lekitsch, Stevan. Cine arco-íris: 100 anos de cinema LGBT nas telas brasileiras (Portuguese Edition) (pp. 56-57). Edições GLS. Edição do Kindle.

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