Márcia (Maria Fernanda) é uma moça rica, educada nas velhas tradições burguesas. Resolveu se casar com Marcelo (Paulo Porto), que acabou se dando bem. Além de ficar com a moça rica, ainda foi trabalhar na empresa do pai dela, se tornando um burguesinho também.
Os dois levam uma vida fútil de festas e recepções, e Márcia é cada vez mais insensível, o que causa desentendimentos constantes com Marcelo. Cansado da vida de fachada que leva, Marcelo abandona Márcia e parte para Angra dos Reis.
Lá conhece Lena (Zaira Zambelli), jovem moderna e avançada para a época. Ela tem uma namorada, a escultora Tânia (Denise Bandeira), com quem mora dentro de um barco. Atraídos um pelo outro, Marcelo e Lena começam um relacionamento, que desperta a fúria e o ciúme em Tânia.
A fim de apaziguar a situação, Marcelo acaba dormindo com Tânia e descobre o relacionamento entre as duas mulheres. Para completar, depois de revirar o Rio de Janeiro, Márcia (a ex-mulher) encontra Marcelo no barco das duas.
Um acidente vai acontecer, o que vai obrigar todos a seguir rumos diferentes e tomar decisões importantes a partir daquele instante.
Curiosidades:
A direção do filme é do próprio Paulo Porto, ator principal que faz Marcelo, além de contribuir com o roteiro e a produção. Foi seu último filme como diretor.
Um dos roteiristas é também o autor de novelas Gilberto Braga.
A atriz Débora Bloch (a nova Odete Roitman) aparece no filme sem ser creditada.
Há um filme pernambucano de 2020 com o mesmo nome.
Lekitsch, Stevan. Cine arco-íris: 100 anos de cinema LGBT nas telas brasileiras (Portuguese Edition) (p. 78). Edições GLS. Edição do Kindle.

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