A bandeira LGBT+, geralmente chamada de "bandeira do arco-íris" (lembrando que o arco-íris tem 7 cores e a nossa bandeira tem 6), criada originalmente por Gilbert Baker em 1978, é o símbolo mais conhecido da comunidade LGBTQIA+.
Cada cor foi escolhida para representar um aspecto da experiência e do valor da vida humana.
Embora a versão original tivesse 8 cores, a versão mais comum hoje possui 6. Aqui está o que cada uma significa:
Significado das Cores
Vermelho: Vida (a intensidade e a força do ser).
Laranja: Cura (representando a saúde e a recuperação).
Amarelo: Luz do Sol (simbolizando o brilho, a alegria e a visibilidade).
Verde: Natureza (a relação com o mundo natural).
Azul: Serenidade/Harmonia (pela paz e tranquilidade).
Violeta: Espírito (representando a alma e a força interior).
Versões Adicionais e Evolução
É importante notar que o design evoluiu para ser mais inclusivo. Atualmente, é muito comum ver a "Bandeira do Progresso" (Progress Pride Flag), que inclui:
Triângulo (chevron): no lado esquerdo, apontando para a direita, sugere movimento e a ideia de que, embora tenhamos avançado, o "progresso" ainda precisa continuar.
Preto e Marrom: Para representar pessoas LGBTQIA+ pretas e pardas, além de homenagear aqueles que vivem com HIV/AIDS. Em alguns contextos também é associada a comunidade dos Ursos, que possui uma bandeira com um degradê dessas mesmas cores até o branco.
Rosa, Azul Claro e Branco: As cores da bandeira Trans, integrando a identidade de gênero ao movimento.
Círculo Roxo sobre Fundo Amarelo: Presente em algumas variações recentes para incluir pessoas Intersexo.
A bandeira não é apenas um adorno, mas um manifesto visual de que a diversidade é a base da humanidade.
A Progress Pride Flag (Bandeira do Orgulho do Progresso) foi criada pelo designer norte-americano Daniel Quasar em 2018.
Quasar, que se identifica como uma pessoa não binária e utiliza os pronomes they/them (em inglês), redesenhou a bandeira tradicional de seis listras para dar mais visibilidade a grupos que muitas vezes eram marginalizados dentro do próprio movimento LGBTQIA+.

Comentários
Postar um comentário